| Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil |
O ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi excluído nesta
quarta-feira (20) do grupo de WhatsApp formado pelos integrantes iniciais da
bancada do PMDB na Câmara, logo após a notícia de sua prisão. Segundo
informações do jornal O Estado de São Paulo, parlamentares do PMDB relatam que
o administrador do grupo, o deputado Hildo Rocha (PMDB-MA), decidiu excluir
Cunha após saber que a Polícia Federal apreendeu o celular do ex-deputado. Com
a exclusão, os investigadores não terão acesso às novas conversas da bancada,
mas poderão ver as mensagens anteriores, do período em que Cunha ainda era
membro do grupo. Correligionários do ex-parlamentar afirmam que a prisão de
Cunha foi pouco comentado nas conversas do grupo. Os deputados do partido
optaram por comentar o tema em conversas reservadas no aplicativo ou em
ligações telefônicas. Segundo o deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA),
não havia "nenhuma conversa comprometedora" no grupo. "Não tem
perigo nenhum, não. A gente fala de eleição, [a PF] vai encontrar muita piada,
brincadeira. Não tem negócio de mulher nua porque tem deputada", afirmou,
em entrevista ao Bahia Notícias. De acordo com Lúcio, dos 60 integrantes,
apenas 4 ou 5 são de fato ativos no grupo. "Tem mensagem convocando para
sessão plenária, para dar presença", conta.
Fonte: Bahia Notícias
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